|
Todos
os seres humanos nascem pecadores e todos os pecados levam à condenação
eterna. Então, no plano estritamente espiritual, todos os pecados levam
igualmente à condenação eterna.
Mas aí vem a questão da vida humana aqui na terra.
Embora no plano espiritual nenhum pecado seja pior do que o outro, na esfera
humana e social, por mais que queiramos, os pecados não são iguais. Por
exemplo: O que você acharia pior? Um homem dizer uma mentirinha para sua
filha, do tipo "Eu não tenho o livro que você está querendo" (quando na
verdade ele o tem)? Ou um homem estuprá-la e matá-la? A justiça humana
deveria tratar a mentirinha e o estupro seguido de assassinato da mesma
maneira, fichando na polícia e dando uma condenação de anos de prisão para
os infratores? Ou deveria, como no caso da mentirinha, tratar o estupro
seguido de assassinato como um delito menor, insignificante? Qual o padrão
que se deverá usar para "igualar" os pecados aqui na terra, do jeito que são
"igualados" na esfera espiritual?
Todos os pecados são iguais?
Os pecados podem ser iguais no que se refere à
condenação eterna, porém não são iguais no que se refere à nossa vida como
cidadãos na terra. No plano terreno, há uma diferença imensa entre uma
mentirinha e um estupro seguido de assassinato! Aliás, só o estupro em si já
é bem pior do que uma mentirinha. Por isso, para que a sociedade possa viver
em relativa paz e harmonia, é preciso estabelecer leis para limitar e punir
condutas que representem ameaça para a existência e sobrevivência das
famílias. Nessa questão, veja o capítulo O Cristão e o Bem-Estar Social em
meu livro O Movimento Homossexual.
No Antigo Testamento, Deus estabeleceu várias
penalidades civis contra diferentes crimes. Algumas penalidades são mais
pesadas ou leves dependendo do erro ou do crime. Assim, vê-se que o próprio
Deus colocou diferenças na maneira de lidar com o pecado aqui na terra. A
meta das leis terrenas não é salvar nem libertar, porém preservar a ordem
social e impedir o caos. No entanto, se as leis terrenas igualassem todos os
pecados, do jeito que são igualados na esfera espiritual (no que se refere à
condenação eterna), então tanto as leis quanto sua ausência causariam o caos
geral na sociedade. Um estupro, assassinato e mentirinha ficariam no mesmo
nível legal.
Enxergando devidamente as questões espirituais e
terrenas
Na esfera espiritual e pessoal, podemos falar de Jesus para um homossexual
comum e mostrar que Jesus liberta todos os pecadores. Do jeito que ele
liberta um beberrão, ladrão ou adúltero, ele também liberta um homossexual.
Para Deus, não há diferença.
Embora a libertação de Jesus seja oferecida de modo
igual a todos o que precisam e buscam, a questão do pecado não é tão
simples, se não soubermos distinguir entre o espiritual e o terreno. No
"reino" deste mundo cada delito tem um grau de gravidade e merece
determinado castigo a fim de que os cidadãos aprendam a conviver em paz,
segurança e harmonia. Contudo, no Reino de Deus o padrão é mais rigoroso e
todos os que tiverem qualquer pecado não confessado e apagado pelo sangue de
Jesus estão completamente impedidos de fazer parte desse Reino. "Vocês sabem
que os maus não terão parte no Reino de Deus. Não se enganem, pois os
imorais, os que adoram ídolos, os adúlteros, os homossexuais, os ladrões, os
avarentos, os bêbados, os caluniadores e os assaltantes não terão parte no
Reino de Deus". (1 Coríntios 6:9-10 BLH) Aqui o Apóstolo Paulo, sob
inspiração do Espírito Santo, trata do pecado e suas conseqüências na esfera
espiritual.
No entanto, Paulo também lida com a esfera terrena. Ele
diz: "Devemos lembrar, é claro, que as leis são feitas não para as pessoas
corretas, mas para os marginais e os criminosos, os ateus e os que praticam
o mal e para os que não respeitam a Deus nem a religião. São feitas também
para os que matam os seus pais e para outros assassinos. E para os imorais,
os pervertidos sexuais, os seqüestradores, os mentirosos, os que dão falso
testemunho e para os que fazem qualquer outra coisa que é contra o
verdadeiro ensinamento". (1 Timóteo 1:9-10 BLH)
Se Deus considerasse, a nível natural e terreno, todos
os pecados iguais, ele não colocaria leis sociais fazendo diferença e
estabelecendo graus de punição para cada erro e crime. Ele tem uma maneira
apropriada de lidar com a esfera espiritual e terrena. Se não soubermos
também fazer essa distinção, então poderíamos correr o risco de ou
estabelecer graus para cada tipo de pecado para pessoas que estão querendo
entrar no Reino de Deus ou igualar todos os pecados na sociedade. Seria uma
inversão de visão com relação ao pecado. Assim, não teríamos como combater
eficazmente a militância gay, pois nossas energias estariam sendo dispersas
em esforços para combater todos os tipos de pecados ao mesmo tempo, desde os
maiores pecados até os menores.
Dispersar nossas energias diante de uma militância tão
feroz seria como soldados que avançam para todos os lados e atiram em todas
as direções. Um exército sem estratégia e visão de sua missão tem grandes
possibilidades de perder uma guerra inteira. É fácil perceber que muitos
cristãos estão confusos com relação às questões gays, não entendendo os
vários desafios do movimento homossexual. Devido a essa confusão, muitas
igrejas estão passo a passo cedendo e vendo as questões gays cada vez mais
de acordo com a maneira de ver dos ativistas gays. Talvez essas igrejas não
saibam como ajudar na libertação dos homossexuais ou não saibam lidar com
fortes questões morais nos meios sociais. Há uma grande necessidade de
visão.
O cristão não precisa se retrair de suas
responsabilidades na sociedade. Mesmo como cidadão comum, ele pode obedecer
a Deus. Um bom exemplo de obediência com visão no Novo Testamento
encontra-se no testemunho corajoso de João Batista. A Palavra de Deus o
mostra confrontando uma alta autoridade política que estava envolvida num
relacionamento sexual fora dos padrões morais. Essa autoridade tinha muitos
problemas sérios (inclusive desonestidade, corrupção e violência) que
mereciam forte reprovação. João poderia ter confrontado todos esses pecados,
pois ele tinha conhecimento, através de seus pais que eram sacerdotes, do
importante papel dos profetas do Antigo Testamento na denúncia contra a
corrupção e opressão contra os pobres praticadas por autoridades políticas.
Contudo, ele agiu de acordo com a prioridade de justiça
que Deus colocou em seu coração, talvez por que não fizesse muito sentido
pressionar um político a tentar "consertar" as coisas na sociedade quando
sua vida particular precisava de "conserto" moral. Ele não dispersou suas
energias contra todos os pecados de um político. Ele começou atacando de
frente o pecado que sua visão espiritual via como mais grave no momento. Por
sua atitude de repreender o pecado sexual de um homem da política, João
acabou sofrendo prisão e morte. "Herodes tinha mandado prender João, amarrar
as suas mãos e jogá-lo na cadeia. Ele havia feito isso por causa de Herodias,
esposa do seu irmão Filipe. Pois João Batista tinha dito muitas vezes a
Herodes: 'Pela nossa Lei você é proibido de casar com Herodias!'" (Mateus
14:3-4 BLH)
Jesus aprovou o comportamento profético de João.
Enquanto João estava na prisão pagando pelo "crime" de confrontar o pecado
sexual de Herodes, Jesus só teve comentários de elogio sobre ele. "Eu afirmo
a vocês que isto é verdade: De todos os homens que já nasceram, João Batista
é o maior… E, se vocês querem crer… João é Elias, que estava para vir."
(Mateus 11:11,14 BLH)
Se estivesse vivo em nossa época, será que João
conseguiria ficar de boca fechada diante de políticos como a Marta Suplicy,
que promovem ativamente a agenda gay na sociedade? Será que ele conseguiria
deixar de confrontar o governo Lula, que recentemente apresentou na ONU uma
resolução para favorecer o pecado homossexual no mundo inteiro?
Os pecados e a "abominação" de Sodoma
Não podemos tentar imaginar, como querem nos fazer
acreditar os ativistas gays, que os homossexuais pertencem a uma minoria
pobre e desprotegida. É bem o contrário. Os militantes gays, além de
pertencerem a um segmento social arrogante em que há muitos empresários,
professores universitários, militantes de esquerda, jornalistas e outros
profissionais bem estabelecidos na sociedade, recebem apoio inegável das
elites que controlam os meios de comunicação. A maioria deles está
acostumada ao luxo e às viagens. Um dos setores que mais cresce é o turismo
voltado para os homossexuais, justamente porque a classe gay possui mais
dinheiro do que os cidadãos comuns.
Os habitantes de Sodoma também desfrutavam das muitas
vantagens sociais que a elite gay conhece hoje. Deus diz: "Sodoma e as suas
filhas eram orgulhosas porque tinham muita comida e viviam no conforto, sem
fazer nada; porém não cuidaram dos pobres e dos necessitados. Elas foram
orgulhosas e teimosas e fizeram as coisas que eu detesto; por isso, eu as
destruí, como você sabe muito bem." (Ezequiel 16:49-50 BLH)
Os sodomitas eram despreocupados, pois tinham tudo o
que precisavam em abundância, mas utilizavam mal seu conforto material,
vivendo na glutonaria, na preguiça e nas bebedeiras. Eles utilizavam sua
prosperidade unicamente para gratificar seus caprichos e desejos e mantinham
os olhos fechados para os necessitados, não se importando em ajudar ninguém
que não seguisse ou aprovasse seu estilo de vida.
Deus detesta o orgulho e a arrogância. Essas qualidades os ativistas
homossexuais conseguem mostrar de modo exemplar em suas marchas de orgulho
gay e em seu atrevimento e desrespeito contra os valores da família e contra
todos os que são fiéis ao que Deus diz em sua Palavra a respeito das
práticas homossexuais. A arrogância deles é tão grande que eles acham normal
reinterpretar e torcer passagens da Bíblia a fim de favorecer seus
sentimentos e práticas sexuais antinaturais. Eles não têm vergonha nenhuma
de deturpar até mesmo passagens sobre o Senhor Jesus e usá-lo como exemplo
de "amor" homossexual! A Palavra de Deus explica que "os ignorantes e
instáveis torcem, como também o fazem com as demais Escrituras, para a
própria destruição deles". (2 Pedro 3:16b NVI)
Deus detesta a injustiça contra os pobres e
necessitados. Os recursos sociais e pessoais de Sodoma estavam sendo
investidos exclusivamente na direção dos apetites sexuais de seus cidadãos.
Quando souberam que dois "homens" haviam chegado à sua cidade a fim de
visitar Ló, "todos os homens de toda parte da cidade de Sodoma, dos mais
jovens aos mais velhos, cercaram a casa. Chamaram Ló e lhe disseram: 'Onde
estão os homens que vieram à sua casa esta noite? Traga-os para nós aqui
fora para que tenhamos relações com eles'". (Gênesis 19:4-5 NVI, o destaque
é meu.) Todos os homens de Sodoma eram prisioneiros de sentimentos e
práticas sexuais dirigidas a outros homens. Portanto, além do orgulho e
arrogância, a Palavra de Deus deixa claro que os habitantes de Sodoma
estavam também cometendo coisas que ele detesta. Deus diz que eles "se
ensoberbeceram e fizeram abominação" diante dele. (Veja Ezequiel 16:50 RC.)
O que é essa "abominação" que Deus detesta tanto? O que
é essa "abominação" que trouxe tanta destruição para Sodoma e as cidades
vizinhas que também tinham um ambiente social e legal favorável à
homossexualidade? A Palavra de Deus explica: "O que aconteceu com Sodoma e
Gomorra e as cidades próximas é um exemplo para nós do castigo de fogo
eterno. O povo dessas cidades sofreu o mesmo destino que o povo de Deus e os
anjos sofreram, pois cometeram pecados sexuais e se engajaram em atividades
homossexuais". (Judas 1:7 GW, o destaque é meu.)
Portanto, Deus mostra que ele não gosta do orgulho,
arrogância e injustiça contra os pobres e necessitados. E ele gosta menos
ainda da abominação de Sodoma, que deu origem à palavra sodomia. O
mundialmente famoso dicionário de inglês Webster traz as seguintes
definições:
Sodomia: Um crime contra a natureza. (Dictionary of American English, de
Noah Webster, edição de 1828.)
Sodomia (palavra originária das inclinações
homossexuais dos homens da cidade de Sodoma, em Gênesis 19:1-11): 1. Cópula
com uma pessoa do mesmo sexo ou com um animal. 2. Cópula sem coito,
principalmente anal ou oral, com uma pessoa do sexo oposto. (Webster's Ninth
New Collegiate Dictionary, edição de 1984.)
Há na Bíblia muitas referências a Sodoma e sua total
destruição, a fim de que compreendamos o que vai acontecer com os que lutam
para promover e legalizar o que Deus vê como abominação. "Deus condenou as
cidades de Sodoma e Gomorra, destruindo-as com fogo, como exemplo do que vai
acontecer com os que não querem saber dele." (2 Pedro 2:6 BLH) E a
abominação que causou a destruição de Sodoma é a mesma abominação que merece
a pena de morte, de acordo com o que a Palavra de Deus prescreve: "Quando
também um homem se deitar com outro homem como com mulher, ambos fizeram
abominação; certamente morrerão; o seu sangue é sobre eles". (Levítico 20:13
RC) É de estranhar então o motivo por que a cidade inteira de Sodoma sofreu
a pena de morte?
Conseqüências sociais
Em que os militantes gays de hoje poderiam ser
comparados na característica negativa dos cidadãos de Sodoma, que não
ajudavam os pobres e necessitados? Geralmente, a prática de "ajuda" dos
homossexuais consiste em ajudar um rapaz pobre em troca de favores sexuais.
Gays no mundo artístico e outras profissões liberais costumam envolver-se
assim com rapazes e "ajudá-los". É bem possível que os cidadãos de Sodoma
também "ajudassem" os pobres dessa forma. Mas, para Deus, explorar os
necessitados em troca de "abominação" não é ajuda.
Seja como for, são os ricos que exploram os pobres e os
países mais ricos são o lugar do mundo em que se encontram os ativistas gays
mais ativos e bem equipados. Veja por exemplo a Alemanha, os EUA e a Suécia,
onde muitos gays pertencem à classe econômica rica e têm, de um modo ou de
outro, oportunidades de influenciar os setores legais e políticos da
sociedade. Aliás, até mesmo em países não tão ricos encontram-se não poucos
ativistas gays em classes econômicas consideravelmente ricas, em comparação
com a maioria da população que não tem tempo nem dinheiro para se ocupar
exclusivamente com o comportamento homossexual e como promovê-lo. Em vez
disso, a maioria da população só tem tempo para se preocupar com as
necessidades básicas da vida. Enquanto grupos cristãos de assistência aos
pobres e necessitados lutam para sobreviver, os grupos de militância gay são
muito bem financiados, até mesmo com importantes verbas vindos do exterior.
Além de serem bem estabelecidos financeiramente, os
militantes gays conseguem, com muita astúcia política, o desvio de enormes
verbas públicas para suas "campanhas contra a AIDS" e outras atividades
semelhantes. Tais recursos poderiam ser mais bem destinados aos pobres e
necessitados, pois a prevenção da AIDS e muitas outras doenças sérias entre
os homossexuais é bem simples e barata: abstinência de sexo anormal. Pelo
fato de que muitos homossexuais não se abstêm de seus atos sexuais
antinaturais, eles pegam e transmitem muitas doenças, que pesam no sistema
de saúde pública. Assim, sua irresponsabilidade pessoal ajuda a desviar
recursos importantes que poderiam ser utilizados em necessidades médicas
mais legítimas.
Em entrevista ao serviço noticioso Zenit, de 23 de
setembro de 2003, o Dr. Rick Fitzgibbons comenta sobre as conseqüências
médicas do comportamento homossexual:
A lista de doenças médicas encontradas com
extraordinária freqüência entre homens homossexuais praticantes como um
resultado de comportamento homossexual anormal é alarmante: câncer anal,
chlamydia, trachomatis, cryptosporidium, giardia lamblia, herpes, HIV, vírus
papiloma humano -HPV ou ferida genital - isospora belli, microsporidia,
gonorréia, hepatite viral tipos B e C, e sífilis. A transmissão sexual de
algumas dessas desordens é tão rara na população heterossexual chegando a
ser virtualmente desconhecida. Outras, quando encontradas entre
heterossexuais e homossexuais praticantes, são claramente predominantes por
aqueles envolvidos em atividade homossexual. Homens que têm relação sexual
com homens contam com um grande número de casos nos Estados Unidos de
infecções sexuais transmitidas que não são geralmente espalhadas por contato
sexual. Estas doenças, com conseqüências que vão de severas até tratamentos
vitais para meras enfermidades, inclusive hepatite A, giardia Lamblia,
entamoeba histolytica, Vírus Epstein-Barra, neisseria meningitides,
shigellosis, salmonellosis, pediculosis, scabies e campylobacter.
Pesquisas médicas sérias revelam então que os
indivíduos que praticam o homossexualismo têm mais facilidade de pegar
muitas doenças transmissíveis graves do que as pessoas que não são
homossexuais. Além disso, os gays têm relações sexuais com tantos parceiros
diferentes que eles mesmos aumentam o risco de pegar e transmitir essas
doenças. Alguns gays não se importam se infectarão seus parceiros ou não, e
às vezes até decidem deliberadamente fazer com que os outros sejam
contaminados e sofram tanto quanto eles. E é difícil tentar eliminar esse
tipo de irresponsabilidade, pois os ativistas do movimento homossexual
pregam que ninguém tem o direito de interferir na vida sexual privada de um
gay. (Cf. Dr. Paul Cameron, The Gay 90s (Adroit Press: Franklin-EUA, 1993),
p. 48.)
Para mudar essa situação e ajudar os homossexuais e a
população geral, seriam necessárias no mínimo campanhas regulares de
educação e prevenção à sodomia. No entanto, atualmente não há mais leis
rigorosas protegendo a sociedade da sodomia por influência direta de
pesquisas fraudulentas. A Drª Judith Reisman afirma que o falecido Kinsey
teve importante papel em influenciar e abrandar as atitudes da sociedade
para com o estupro, o incesto, a pedofilia e a pederastia. Embora a
pederastia seja um grave abuso contra as crianças, o movimento de defesa dos
direitos dos gays a vê apenas como "amor entre homens e meninos". Líderes
homossexuais citam o trabalho "pioneiro" de Kinsey como o grande responsável
pela revolução sexual e pela normalização do que antes era considerado ato
criminoso: a sodomia.( Cf. Dr. Judith Reisman, Kinsey: Crimes & Consequences
(The Institute for Media Education: Arlington-EUA, 1998), p. 244.)
Mesmo sabendo que as práticas homossexuais representam sério risco para a
saúde e expõem o corpo ao perigo da AIDS, muitos praticantes do
homossexualismo acham que vale a pena dar a vida para praticar seus desejos
sexuais. Um ativista gay declarou: "Decidimos que é melhor morrer [de AIDS]
do que levar uma vida sexual chata." (An unnamed homosexual radio
spokesperson, quoted in David A. Noebel, Wayne C. Lutton, and Paul Cameron.
AIDS: Acquired Immune Deficiency Syndrome. Summit Ministries Research Center,
Manitou Springs, Colorado, 80829. 1985, 149 pages, $3.95. Reviewed by
Chilton Williamson, Jr. on page 58 of the April 11, 1986 issue of National
Review. This is a review of the literature that has been written about AIDS,
and an examination of the tactics used by homosexuals to take advantage of
the plague to further their own goals.)
Portanto, o avanço do moderno movimento homossexual
mostra que os ativistas gays estão dispostos a tudo para tornar nossa
sociedade mais parecida ou até pior do que Sodoma.
Se Deus fosse tratar Sodoma considerando todos os
pecados iguais (e nós sabemos que para ele todos os pecados são iguais), ele
sem dúvida alguma não destruiria só Sodoma, mas toda a humanidade. Não há
dúvida de que além do orgulho e outros pecados sérios, o sexo de homem com
homem passou a ser o centro da vida social de Sodoma. As energias deles
estavam sendo investidas em grande escala em seus desejos sexuais. A
destruição dessa cidade tolerante do homossexualismo teve como objetivo
mostrar que é importante, na esfera terrena, combater e eliminar o avanço da
militância gay na sociedade.
Na época, como a destruição de Sodoma não permitiu que
a agenda gay avançasse no mundo inteiro, ninguém sabia com certeza o que a
militância homossexual poderia trazer como conseqüência, embora a tentativa
de estupro homossexual dos sodomitas contra dois anjos seja um sinal do que
estava para vir. Mas em nossa época é diferente. Vemos os ativistas
homossexuais se mobilizando de maneira furiosa e espalhafatosa, impondo, com
intolerância e obstinação, a aceitação de seu comportamento. Eles trabalham
febrilmente para legalizar o casamento homossexual e desestruturar a família
natural.
Algum tempo atrás, eles afirmavam com convicção que
suas campanhas para legalizar o casamento gay não incluiriam a adoção de
crianças. Hoje eles lutam abertamente nos tribunais pela adoção! Há agora
ativistas gays que afirmam que a pedofilia não faz parte de seu movimento.
Será que a sociedade cairia novamente no erro de acreditar na palavra deles?
Já há líderes gays pedindo a aceitação e compreensão da sociedade para com
"o sexo entre homens e meninos". Portanto, só Deus sabe o que o futuro
reserva, se nada for feito para deter a agenda ardilosa da militância gay.
Em resumo, as maldades dos sodomitas são claras: eles
eram orgulhosos, arrogantes e prósperos em dinheiro, preguiça e bebedeiras,
sem se importar com ninguém que não aprovasse ou seguisse seu estilo de
vida. E eles cometiam abominação diante de Deus. O pecado sexual deles era
tão grave e antinatural que não havia como descrevê-lo num termo simples. O
único jeito de mencioná-lo era usando o termo abominação, que significa algo
extremamente detestável. Assim, não há dúvida de que Deus sentia nojo das
práticas sexuais dos sodomitas.
Entendendo as diferenças entre o homossexual e o ser
humano sexualmente natural
Algum tempo atrás um líder evangélico do Brasil
argumentou que tanto o homossexual quanto o "heterossexual" precisam se
controlar sexualmente. Ele disse: "A conduta que Deus exige tanto do
homossexual quanto do heterossexual é a mesma". Dizer isso é implicar que
tanto a sexualidade natural quanto a homossexualidade são normais. Então o
que e errado é apenas o descontrole dos impulsos sexuais dos seres humanos
naturais e dos homossexuais? Seria pensar que, assim como o homem natural
tudo o que o homossexual precisa fazer é se autocontrolar? No entanto, dizer
isso não significaria que é normal ser homossexual desde que não se pratique
o comportamento homossexual?
A intervenção de Jesus na vida de um homossexual
limita-se apenas na supressão de seu comportamento? Onde está o espaço para
Deus realizar uma mudança de coração? Em 1 Coríntios 6:9-10 os homossexuais
são colocados juntamente com outros tipos de indivíduos que não têm direito
de entrar no Reino de Deus. Então, se formos aplicar o pensamento da
naturalidade da identidade de pecado numa pessoa, tanto o adúltero quanto o
heterossexual precisam se controlar? Tanto o assassino quanto o
heterossexual precisam se controlar? Tanto o ladrão quanto o heterossexual
precisam se controlar? Será que Jesus tem o poder de eliminar as práticas
erradas de um ladrão, mas não de transformar sua natureza de ladrão? Um
adúltero que se torna cristão e pára de adulterar será adúltero o resto da
vida, mesmo sem praticar o adultério?
Não é pecado ser ladrão, desde que não se roube? Não é
pecado ser adúltero, desde que não se cometa adultério? Não é pecado ser
homossexual, desde que não se cometa atos homossexuais? Não é pecado ser
pedófilo, desde que não se faça sexo com crianças? Esse pensamento faz
sentido?
Todos os "heterossexuais" nascem em pecado e podem
assim se tornar ladrões, assassinos, adúlteros, homossexuais, etc. A
condição humana de heterossexual em si não é pecado, pois ele tem desejos,
vontades e condutas sexuais que, ainda que manchados pelo pecado, foram
projetados por seu Criador. Contudo, a condição de homossexual não é
natural. Os desejos, vontades e condutas sexuais do homossexual não foram,
em nenhum sentido, projetados pelo Criador. Ser heterossexual em si é
perfeitamente normal. Ser homossexual não.
Um homem ou mulher natural (que as ideologias
politicamente corretas de hoje classificam como heterossexual muitas vezes
para fazer diferença com o homossexual) pode ser adúltero, ladrão ou
homossexual. No caso do homossexual, ele é um "heterossexual" prisioneiro de
uma identidade e condição de pecado, com todos os desejos, vontades e
necessidades decorrentes de seu estado.
Implicar um mínimo de igualdade entre o homossexual e o
ser humano sexualmente natural é tirar do prisioneiro do homossexualismo a
esperança de se ver como alguém em necessidade da graça e do poder de Jesus
para restaurá-lo à condição sexual projetada pelo Criador. O ser humano em
si não tem a capacidade de libertar um homem de sua condição homossexual.
Mas será que todas as coisas são possíveis para Deus, menos a libertação de
alguém preso a um identidade sexual antinatural?
O poder do Evangelho é muito mais do que só a cessação
de um ou dois comportamentos errados. Embora a cessação de condutas erradas
seja útil para a paz e ordem social e ajude um cristão a ter um bom
testemunho na sociedade, o poder do Evangelho envolve salvação, libertação e
transformação de todos os que abrem com sinceridade o coração para a pessoa
de Jesus Cristo. Essa transformação é uma obra do Espírito Santo começando
de dentro para fora de uma pessoa que se entrega em fé e obediência a Jesus.
O indivíduo praticante do homossexualismo faz uma boa obra quando deixa de
praticar atos homossexuais, porém as boas obras em si, por melhores que
sejam, são inúteis para a salvação. Mas têm outras utilidades. Se ele se
interessa pela paz e ordem na sociedade, ele se oporá ao comportamento gay e
toda tentativa legal e política de favorecê-lo. Essa é uma boa obra que é
útil e agradável para o bem-estar social, pois pesquisas revelam que o
estilo de vida homossexual é responsável pela propagação de diversas doenças
sérias na sociedade. No entanto, se ele quer salvação, o único caminho é se
abrir para Jesus Cristo e suas transformações. As boas obras, nesse caso
específico, são incapazes de ajudá-lo na sua libertação.
Homossexual: eunuco por amor ao Reino de Deus?
Já li texto de pelo menos dois líderes evangélicos do
Brasil declarando que um homossexual evangélico é chamado para ser eunuco.
Será que o homossexual cristão pode ser considerado um "eunuco por amor ao
Reino de Deus"? O movimento gay tem procurado fazer uso de todos os tipos de
recursos teológicos a fim de "provar" que não há condenação bíblica para a
homossexualidade. Um dos recursos é a utilização do termo eunuco. Numa
entrevista, colocou-se a seguinte questão para Luiz Mott, considerado o mais
importante militante do movimento homossexual no Brasil: "O crescimento do
homossexualismo e sua maior aceitação por parte da sociedade tendem a
alterar a visão evangélica mais ortodoxa, segundo a qual o comportamento gay
é pecado e abominação contra Deus". Mott respondeu:
- Sim, os cristãos, devem respeitar o ensinamento de
Jesus de que há eunucos que assim nasceram do ventre de suas mães. Eunuco é
um eufemismo usado por Cristo para se referir aos amantes do mesmo sexo,
ainda que o termo "homossexual" só foi inventado em 1869. Hoje a genética
comprova cada vez mais a naturalidade da orientação sexual: portanto, faz
parte dos planos do Criador também a existência de seres humanos com
orientação homossexual… Abominação é o desamor, é não escutar a voz do
Espírito Santo, que através da exegese, da genética, da antropologia,
garantem a normalidade e universalidade do amor homossexual.
Homossexualidade é amor, tão puro e verdadeiro como o que o Rei Davi sentiu
por Jonas: "teu amor me era mais delicioso que o amor das mulheres!"
(Entrevista intitulada Sobre Homossexualidade e Cristianismo:
http://geocities.yahoo.com.br/luizmottbr/entrev12.html)
Em primeiro lugar, vamos ver o que Jesus mesmo diz:
"Porque há eunucos que assim nasceram do ventre da mãe;
e há eunucos que foram castrados pelos homens; e há eunucos que se castraram
a si mesmos por causa do Reino dos céus. Quem pode receber isso, que o
receba". (Mateus 19:12 RC)
Outra versão torna as palavras de Jesus ainda mais
claras:
"Pois há razões diferentes que tornam alguns homens incapazes para o
casamento: uns, porque nasceram assim; outros, porque foram castrados; e
outros ainda não casam por causa do Reino do Céu. Quem puder, que aceite
este ensinamento". (Mateus 19:12 BLH)
O eunuco pode ser o homem que nasce sem a capacidade
natural de ter relações sexuais e gerar bebês (como, infelizmente, às vezes
ocorre com pessoas que nascem com graves deficiências nos órgãos genitais ou
nascem sem esses órgãos). Tal caso não se aplica ao homossexual, que pode
tanto ter relações sexuais normais quanto gerar bebês, se optar por um
casamento natural.
Quando fala de eunucos, Jesus sem dúvida se refere à
situação infeliz dessas pessoas. Ele também se refere às pessoas que tiveram
uma experiência traumática como a de Daniel, que foi castrado à força e
assim se tornou eunuco na Babilônia. E ser eunuco pelo Reino de Deus se
aplica a todos os que por livre vontade deixam de casar a fim de servir
melhor o Senhor Jesus. Jeremias é um exemplo: ele não se casou por amor ao
seu trabalho profético dirigido por Deus.
Portanto, eunuco pode ser o homem que nasceu
sexualmente deficiente, ou o homem que foi castrado ou ainda,
figurativamente, o homem que renuncia ao casamento a fim de se dedicar
inteiramente ao trabalho do Reino de Deus, conforme a orientação de Paulo em
1 Coríntios 7:25-26,32-33. Nessa última definição, Jesus não menciona que o
homem se torna eunuco para não pecar sexualmente. Ele se torna como um
eunuco no sentido de que evita o casamento e todas as suas imensas
responsabilidades a fim de que possa dedicar sua atenção e energias
exclusivamente para trabalhar para Deus.
João Batista foi um "eunuco" pelo Reino de Deus, já que
todo seu tempo era exclusivamente empregado no seu intenso ministério
profético. Ele renunciou ao casamento para se dedicar à missão de anunciar a
vinda do Messias. Ele não tinha tempo para nada, a não ser os interesses de
Deus. Assim, o eunuco pode ser um homem que renuncia ao casamento a fim de
servir a Deus de modo mais completo. Alguns cristãos conseguem viver
intensamente para Deus sem casamento. É uma capacidade que Deus lhes deu.
Paulo, que não era casado e trabalhava para Deus com muito amor, declarou:
"Porque quereria que todos os homens fossem como eu mesmo; mas cada um tem
de Deus o seu próprio dom, um de uma maneira, e outro de outra". (1
Coríntios 7:7 RC)
Agora, como interpretar que um homossexual pode ser
eunuco por amor ao Reino de Deus? Será que também poderíamos incluir nessa
interpretação um assassino não matar por amor ao Reino de Deus? Ou um
adúltero não adulterar por amor ao Reino de Deus? Ou um pedófilo não
violentar crianças por amor ao Reino de Deus? Faz sentido pensar dessa
forma?
Seria correto colocar na categoria de eunuco pelo Reino
de Deus um indivíduo cuja identidade, desejos e sentimentos sexuais são
caracterizados pela antinaturalidade? Eunuco por amor ao Reino de Deus é o
homem que convive a vida inteira com sentimentos e desejos homossexuais e os
reprime? Ou é o homem que se dispõe a conviver com o chamado de se entregar
completamente para Deus e seu serviço?
Os homossexuais são iguais a quem?
Uma revista evangélica agrupou condições humanas
aparentemente no mesmo nível: "O homem e a mulher [que são iguais em valor
natural], o jovem e o adulto [que são iguais em valor natural], o hetero e o
homossexual…" Em que sentido o homem e a mulher sexualmente natural poderiam
ser colocados no mesmo nível de um indivíduo que tem sentimentos ou práticas
antinaturais? Se há uma igualdade tão parecida assim, então os ativistas
gays não estão com a razão quando utilizam o argumento da igualdade para
exigir cada vez mais direitos e privilégios especiais para seu
comportamento? Assim, pouco adiantaria condenar um comportamento sexual
desaprovado pela Palavra de Deus, porém aceitar uma igualdade entre o ser
humano sexualmente natural e o ser humano sexualmente antinatural.
Ser homem, mulher, jovem, adulto e heterossexual são
condições humanas normais que não caracterizam nem direta nem indiretamente
nenhum tipo de anormalidade ou antinaturalidade. Tal, porém, não é o caso
com relação à homossexualidade. Homossexual é o indivíduo cuja
característica de vida é a prática e/ou atração por indivíduos do mesmo
sexo. Essas práticas e/ou atrações são totalmente antinaturais.
Certamente, sem intenção maldosa a revista acabou
cometendo um equivoco, dando a impressão de normalidade aos homossexuais,
pois colocou-os na categoria de condições humanas naturais que não designam
em si atividade ou estado de pecado. Contudo, quando coloca os homossexuais
em categorias humanas, a Palavra de Deus faz questão de apresentá-los
juntamente com condições humanas diretamente envolvidas em identificações e
condutas contrárias à vontade de Deus.
Embora os ativistas gays lutem muito para que os
homossexuais sejam colocados lado a lado junto com os homens sexualmente
naturais, como se houvesse entre eles apenas diferenças insignificantes
entre dois grupos normais, a Bíblia jamais os coloca na categoria de seres
humanos normais. Em 1 Timóteo 1:9 os homossexuais aparecem com outros
indivíduos "normais" como eles: indivíduos que desrespeitam a lei e a ordem,
criminosos, assassinos, seqüestradores, etc. Essa é a lista de problemas
terrenos em que, conforme Paulo, os homossexuais podem ser normalmente
colocados.
Em 1 Coríntios 6:9-10, os homossexuais são colocados em
outra lista em que há indivíduos que, de acordo com Paulo, não têm o direito
de entrar no Reino de Deus: adúlteros, idólatras, ladrões, beberrões,
difamadores, etc. Assim, na categoria de indivíduos que violam as leis e a
vontade de Deus, os homossexuais são considerados normais.
Vê-se que, no lado espiritual, o homossexual recebe
condenação no que se refere à eternidade. Pelo lado terreno, ele recebe
condenação no que se refere às leis humanas que têm a responsabilidade de
proibir e castigar condutas erradas e antinaturais.
Implicar que a única coisa que, em seus sentimentos e
desejos antinaturais, um homossexual pode fazer é se tornar um "celibato" ou
"eunuco" por amor ao Reino Deus é ter uma fé que remove o homossexual da
lista de possibilidades de intervenção e transformação de Deus. Se a leis
humanas justas chamam os cidadãos para se absterem de muitos tipos de
condutas erradas e impróprias, inclusive as práticas homossexuais, o
Evangelho os chama para muito mais. O Evangelho chama a todos para Jesus,
onde há amor, alegria, paz e transformações de vida que nenhum ser humano
pode oferecer.
É crendo nesse Evangelho que sou ousado para alcançar
quem precisa de salvação, inclusive drogados, prostitutas e até mesmo
pessoas que não têm nenhum desses pecados sérios, mas também precisa de
Jesus. Anos atrás, estive num evento escolar na cidade de São Paulo em que
todos estavam a vontade reunidos em grupos e conversando, menos a "diretora"
da escola. "Ela" estava isolada num canto, sem ninguém com quem conversar.
Apesar da aparência e roupa de mulher, "ela" na verdade era um homem. Meu
coração se encheu de compaixão por aquela alma.
No próximo evento, levei um folheto do ex-gay Sy Rogers
e quando vi os grupos se formando e a "diretora" sozinha em seu canto, fui
até "ela", conversei sobre o amor de Jesus e lhe dei o folheto. Todos
olharam para mim, cochichando e dizendo que eu provavelmente deveria ter o
mesmo problema "dela", só porque me "atrevi" a me aproximar "dela" para
conversar. Naquele dia, ouvi muitos insultos contra mim unicamente por minha
atitude de estar com alguém que precisava ouvir o Evangelho. Por essa
atitude, fui hostilizado pelos jovens da escola, que me xingaram de "bicha"
e outros nomes.
Não foi fácil, porém ajo por amor a Jesus. Não tenho
medo de fazer a vontade de Deus, mesmo quando há incompreensão e oposição,
pois sei que suas transformações miraculosas e maravilhosas estão ao alcance
de todos os que abrem o coração para Deus com sinceridade. Minha grande
alegria foi ver o interesse da "diretora" no Evangelho e no testemunho do
folheto, que contava sobre a libertação de um homossexual. "Ela" me ouviu
falar de Jesus com muita atenção e gratidão.
Questões importantes para consideração
Apoiar-se na idéia de que os indivíduos escravizados a
sentimentos e desejos homossexuais podem agradar a Deus sendo "eunucos" é
mostrar falta de esperança numa transformação miraculosa e real de Jesus
para restaurar um homossexual à sexualidade natural. Corre-se assim o risco
de achar que, embora possa receber perdão e paz, não se pode mudar a
natureza homossexual de uma pessoa. Passa-se então a crer num tipo de
conversão sem transformação, em que depois de se tornar cristão, um gay vira
simplesmente um homossexual cristão que precisa ser um "eunuco" para não
colocar em prática seus desejos antinaturais!
Embora não tenhamos nenhuma capacidade de transformar
ninguém, pessoas oprimidas pelo homossexualismo podem receber de Jesus muito
mais do que só perdão e paz.
Mesmo que alguns especialistas venham a "provar" que a
homossexualidade tem como fator principal a genética, não precisaremos
limitar nossa confiança na Palavra de Deus no que se refere ao
homossexualismo. Veja o que a Bíblia diz: "Vocês sabem que os maus não terão
parte no Reino de Deus. Não se enganem, pois os imorais, os que adoram
ídolos, os adúlteros, os homossexuais, os ladrões, os avarentos, os bêbados,
os caluniadores e os assaltantes não terão parte no Reino de Deus. Alguns de
vocês eram assim. Mas foram lavados do pecado, separados para pertencerem a
Deus e aceitos por ele por meio do Senhor Jesus Cristo e pelo Espírito do
nosso Deus." (1 Coríntios 6:9-11 BLH)
O que a Palavra de Deus mostra é que na igreja do Novo
Testamento havia pessoas que eram homossexuais no passado. Só no passado.
Assim, onde Jesus tem espaço para visitar, libertar e transformar, a
homossexualidade de alguém permanece no passado, não por toda a vida.
Portanto, precisamos avaliar com sinceridade: 1) Um
homossexual pode ser considerado um eunuco por amor ao Reino de Deus? 2) A
Palavra de Deus está certa quando ensina que a homossexualidade de um
cristão liberto fica no passado? 3) O que o Senhor Jesus Cristo pode fazer
por pessoas oprimidas pelo homossexualismo? 4) O Senhor Jesus realmente pode
mudar a natureza alcoólatra, pornográfica, enganadora, assassina ou
homossexual das pessoas?
São perguntas que precisam ser devidamente tratadas e
respondidas.
Copyright 2004 Julio
Severo. Proibida a reprodução deste artigo sem a autorização expressa de seu
autor. Julio Severo é autor do livro O Movimento Homossexual, publicado pela
Editora Betânia. E-mail: juliosevero@hotmail.com
|