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No mundo atribulado de hoje, como o crente pode obter a
verdadeira e completa paz de Deus? Buscando o Deus da paz, eis o verdadeiro
segredo!
A Paz De Deus e o Deus da Paz
“Alegrai-vos sempre no Senhor; outra vez digo: alegrai-vos.
Seja a vossa moderação conhecida de todos os homens. Perto está o Senhor.
Não andeis ansiosos de coisa alguma; em tudo, porém, sejam conhecidas,
diante de Deus, as vossas petições, pela oração e pela súplica, com ações de
graças. E a paz de Deus, que excede todo o entendimento, guardará o vosso
coração e a vossa mente em Cristo Jesus. Finalmente, irmãos, tudo o que é
verdadeiro, tudo o que é respeitável, tudo o que é justo, tudo o que é puro,
tudo o que é amável, tudo o que é de boa fama, se alguma virtude há e se
algum louvor existe, seja isso o que ocupe o vosso pensamento. O que também
aprendestes, e recebestes, e ouvistes, e vistes em mim, isso praticai; e o
Deus da paz será convosco” (Filipenses 4.4-9)
O apóstolo Paulo está convocando o crente a viver uma vida de
alegria. Essa alegria está baseada no Senhor Jesus Cristo e não nas
circunstâncias sujeitas a tão bruscas mudanças.
“Alegrai-vos sempre” é a torrente daquela qualidade de paz
que só pode provir de Deus.
Encontramos a Paz Verdadeira Somente no Senhor Jesus Cristo.
Mas como deve ser manifestada essa paz verdadeira em nossas
vidas?
Essa paz se demonstra através de dois aspectos essenciais que
devemos ter em mente:
I. A PAZ DE DEUS (vs. 5-7)
1) Essa Paz de Deus Extravasa para Todos os Homens (v.5)
Moderação = evitar exageros ou excessos, ser prudente; ser
razoável nas opiniões e julgamentos. Confiando em Deus a respeito de tudo.
A moderação do crente deve ser evidente para com todos os
homens, tanto para com os próprios crentes, como para os descrentes,
principalmente. Este vendo o seu modo de vida piedoso, podem verificar a
diferença na vida de quem serve a Cristo.
É vergonhoso verificar que falta moderação na vida de muitos
dos crentes de hoje.
“Um homem só poderá levar paz a outro, quando estiver em paz
consigo mesmo e quando tiver muita paz dentro de si.”
O apóstolo Paulo nos lembra que a inda do Senhor está
próxima. Isso significa que o Senhor Jesus Cristo logo julgará com perfeita
equidade as pessoas iníquas deste mundo. Por isso não é necessário tentar
nos vingar contra aqueles que nos trataram com injustiça.
2) Essa Paz de Deus Advém das Inesgotáveis Fontes da Paz de Deus (v.6)
“O temor e a ansiedade se dissipam quando tornamos real
dentro de nós a presença de Cristo.”
“Não andeis ansiosos de cousa alguma”. Neste ponto Paulo era
um verdadeiro exemplo. Mesmo enfrentando a morte dum mártir (cf. 1.20), ele
não estava preocupado.
Um dos mandamentos menos observados pelos filhos de Deus é o
de não permitir que a ansiedade sobre cousa alguma penetre em nosso coração.
Muitos são crentes “panela de pressão”, isto é, à medida que
as circunstâncias se tornam cada vez mais quentes, a pressão aumenta.
Você já observou o efeito da excessiva pressão de vapor numa
panela que acabou de explodir?
Descontentamentos se externam através de reclamações e
queixumes. Mas, reprimido no coração, poderá levar a uma explosão com
conseqüências incalculáveis.
“Todas as circunstâncias que surgem na vida, especialmente as
que estão fora do nosso controle, são as melhores para mim.”
3) Essa Paz de Deus Demonstra o Poder e o Mistério da Paz de Deus (v.7)
O mistério da paz de Deus não ocorre somente nos bons
momentos, mas muito mais nos delicados, difíceis e nas adversidades da vida.
Essa promessa, porém, não foi oferecida para todos os
cristãos! Porque se assim o fosse, não iríamos encontrar crentes preocupados
com o tempo presente e também temerosos quanto ao seu próprio futuro.
A palavra grega aqui é Frourhsei (frourései), futuro do
indicativo de frourew (frouréu), guardar (1-4). A palavra é um termo militar
representando os soldados em guarda, e refere-se à vigilância de uma cidade,
do lado de dentro dos portões, como um posto de controle de quem entra e sai
da cidade. Literalmente sugere uma proteção interna. Veja o exemplo em
2Coríntios 11.32. A palavra significa proteção interna potente ou
invulnerável aos ataques externos.
Com a oração eficaz colocamos sentinelas às entradas da mente
e do coração para impedir a penetração de pensamentos oriundos do tentador.
Satanás deseja ardentemente expulsar a paz de Deus do íntimo do cristão,
sabendo que desse modo estará pondo em dúvida a própria fé dos salvos.
“Tornem seus pedidos conhecidos, daí, a paz de Deus irá guardar os seus
corações.”
O segundo aspecto da paz que Cristo nos proporciona que
devemos ter em mente é...
II. O DEUS DA PAZ (vs. 8-9)
A paz de Deus é o resultado natural somente daquele que tem o
Deus que pode dar exata paz, somente daquele que tem o Deus da paz em seu
coração e em sua vida.
Esse mesmo Deus que nos concede a paz, dará a paz mediante a
santificação de nossos pensamentos e através da pratica dos ensinos que o
apóstolo ministrou àquele povo.
É impressionante a maneira pela qual o apóstolo estava em paz
mediante as circunstâncias que o cercavam. Um coração em paz em
circunstâncias adversas é a coisa mais misteriosa para muitas pessoas. Mas
quando se descobre o segredo de Quem concede essa paz, Deus aperfeiçoa essa
paz para aquele que descobriu.
1) Produz a Santificação no Pensamento (v.8)
Devemos montar uma guarda em nossos pensamentos, nos esforçando para receber
somente aqueles pensamentos que são permitidos por Deus, e também devemos
guardar os nossos corações.
O homem porém, determina por si mesmo, o que irá pensar. Cabe
a nós, pensarmos e convidarmos aos nossos pensamentos cada uma das
qualidades e objetivos propostos.
2) Traz a Prática na Vida (v.9)
Cada uma dessas virtudes apresentadas acima, torna-se
necessárias colocá-las em prática. Devemos fazer o possível para sermos
exemplos nesse ponto, assim como o foi o apóstolo Paulo.
CONCLUSÃO: O Senhor Jesus Cristo é a Nossa Paz. Sem Ele não
teríamos como obter a paz de Deus. Devemos compreender que Cristo responde
as nossas petições, por ser o Deus da Paz, que guarda os nossos corações.
Fonte de pesquisa:
Site www.adoracao.com.br
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