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O Adventismo do Sétimo Dia (ASD) satisfaz várias
das exigências que uma organização religiosa precisa satisfazer para
caracterizar-se como seita. Certamente isso já está claro ao caro leitor,
pois nos artigos precedentes venho informado, exibindo provas, que o ASD faz
de questões banais, como comida e dia santo, motivo de salvação ou perdição.
Mostrei ainda que esse fanatismo não é um ato isolado, já que se trata da
postura da pioneira e profetisa Ellen G. White, bem como da dos atuais
chefões, incluindo expoentes dessa seita, como os senhores Alejandro Bullón,
Lourenço Gonzalez etc.. E, como sabemos, isso é mais que suficiente para
descaracterizá-lo como uma igreja genuinamente cristã. Contudo, visto ser
importante que o leitor disponha de mais algumas evidências disso, abordo no
presente artigo mais duas heresias de perdição, isto é, duas doutrinas que
conduzem ao inferno. Vamos, pois, às demonstrações abaixo, visto que contra
fatos não há argumento.
I. O Adventismo Tropeça na Bíblia
Na Revista Adventista de fevereiro de 1.984, página 84,
podemos ler o que se segue: “Cremos que... Ellen White foi inspirada pelo
Espírito Santo e seus escritos, o produto dessa inspiração, têm aplicação e
autoridade especial para os adventistas do sétimo dia. Negamos que a
qualidade ou grau de inspiração de Ellen White sejam diferentes dos
encontrados nas Escrituras Sagradas”. À luz de Ap. 22.18-19, os asd
necessitam se retratar, se não querem ser condenados. Os asd às vezes se
“defendem” dessa acusação, citando suas obras, nas quais os escritos de
Ellen White são, às vezes, chamados de luz menor e a Bíblia de luz maior
[1]. Além disso, disponho de uma obra dos asd intitulada Curso Bíblico a
Bíblia Ensina, cujo módulo 14 diz que Deus nos deu a Bíblia e os escritos de
Ellen White para nos orientar. Mas, no módulo 18 se afirma que a Bíblia é a
única regra de fé do cristão. Isso expõe com naturalidade que os asd são
sutis e contraditórios. Sim, porque se os livros de Ellen White têm o mesmo
peso da Bíblia, não são luz menor; e, se são uma luz menor, então não são
tão inspirados quanto a Bíblia. E assim fica difícil sabermos em que crêem
os asd. Afinal de contas, os escritos de Ellen White são ou não são do mesmo
peso da Bíblia? A Bíblia é ou não é a única regra de fé e prática do
cristão. Essa confusão não se dá por acaso; antes trata-se de um recurso
satânico para que o dito fique pelo não dito e a arapuca do Diabo funcione.
Oxalá o caro leitor não seja a próxima vítima! E, se você já é vítima desse
engodo, que se liberte pelo conhecimento da verdade (Jo. 8.32; Hb. 4.12).
Um medalhão asd (Ph.D.) tentou defender o Adventismo,
alegando que “se porventura algum adventista usa os escritos de Ellen White
como um substituto à Bíblia, ele...não representa devidamente a posição de
sua denominação...” (Revista Adventista de junho/2002, página 10). Mas esse
argumento só teria sentido se os asd estivessem sendo acusados de não crer
na Bíblia. Os asd não estão sendo acusados de colocarem os livros de Ellen
White acima da Bíblia, ou em substituição a esta. A acusação que pesa contra
eles é outra. Defendam-se eles, se puderem fazê-lo, do crime de que são
acusados, e não venham com evasivas. Acusamos o ASD de pôr os escritos de
Ellen White em pé de igualdade com a Bíblia, e é disso que os asd têm que se
defender, caso se sintam caluniados. Agir de outra maneira é desconversar.
Ora, o fato de os chefões do ASD apelar para subterfúgio diante da acusação
em questão, constitui prova cabal de que eles, embora reconheçam que
verdadeiramente têm culpa no cartório, não são suficientemente humildes para
confessar que falharam e pedir perdão a Deus, bem como às pessoas que foram
intoxicadas com suas parras bravas.
Podemos considerar como evangélicos os que não fazem da
Bíblia a sua única regra de fé e vida?
II. O Adventismo Tropeça em Cristo
2.1. Diz que Jesus é Miguel
Os asd afirmam que Jesus é o arcanjo Miguel [2]; mas,
segundo a Bíblia, Miguel é “um dos primeiros príncipes” (Dn. 10.13). Ora,
sendo o Senhor Jesus Cristo a segunda pessoa da Trindade (o que os
adventistas, embora incoerentemente, não negam), Ele é plenamente Divino, e,
portanto, ímpar. E, se Ele é ímpar, Ele é “o” e não “um dos”. Portanto, Ele
não é Miguel, pois, como já vimos, Miguel é apenas “um dos...”.
O fato de Jesus ter autoridade sobre o Diabo e os
demônios (Mc. 16.17; Mt. 4.10; Lc. 10.17), mas Miguel ter-se escudado no
Senhor, quando de seu confronto com Satanás (Jd. 9), exemplifica a
disparidade que há entre os dois (Jesus e Miguel), o que prova claramente
que são distintos e diferentes.
Se o Arcanjo Miguel é um dos primeiros príncipes, há
outros iguais a ele. Logo, das duas uma: Ou Miguel é Jesus e este não é
singular; ou Jesus é singular, e não pode, portanto, ser confundido com
Miguel.
Confundir Jesus com o arcanjo Miguel é perigosíssimo,
pois implica em crer que Jesus é o que a Bíblia diz deste arcanjo. Como já
vimos, Miguel não é singular. Ora, não crer na singularidade de Cristo,
obviamente interfere na salvação. Sim, pois certamente, quem confunde Jesus
com Miguel, ainda não conhece o Senhor. E é esta a triste sorte dos asd.
Assim penso porque é lógico que a crença de que Jesus é o arcanjo Miguel,
implica na negação da singularidade de Cristo, à luz de Dn. 10.13. Logo,
essa heresia conduz ao inferno.
Se os asd não querem ser incoerentes, ao pregarem que
Jesus é Miguel, precisam admitir que Jesus não é ímpar, mas apenas mais um,
já que Dn. 10.13 diz claramente que Miguel assim é. E aí pergunto: Podemos
considerar como cristãos, os que negam a singularidade de Cristo? Os asd
dirão que eles não o fazem, porém, como eles conseguem crer que Miguel é
Jesus e que Jesus é singular, se a Bíblia diz que Miguel é apenas um dos
primeiros príncipes?
A errônea crença de que Jesus é Miguel, pregada pelos
asd, foi ensinada também pela senhora Ellen White. São dela estas
palavras:”Moisés passou pela morte, mas Cristo desceu e lhe deu vida antes
que seu corpo visse a corrupção. Satanás procurou reter o corpo,
pretendendo-o como seu; mas Miguel ressuscitou Moisés e levou-o ao
Céu....Satanás maldisse amargamente a Deus, acusando-o de injusto por
permitir que sua presa lhe fosse tirada; Cristo, porém, não repreendeu a seu
adversário, embora fosse por sua tentação que o servo de Deus houvesse
caído. Mansamente remeteu-o a Seu Pai, dizendo: ‘O Senhor te repreenda’
“(Primeiros Escritos”, 3ª edição,1988, página 164, grifo nosso). Aqui a
senhora White está expondo o que Deus lhe teria revelado acerca de Judas 9,
que nos fala da contenda que se deu entre o arcanjo Miguel e o Diabo. E,
como vimos, ela disse sem rodeios que o arcanjo Miguel é o Senhor Jesus.
É fácil raciocinar à base da Bíblia e ver que Jesus não
é Miguel. Mas, como essa heresia é uma das obras da senhora Ellen White,
mulher essa de grande prestígio entre os adventistas, fica difícil
convencê-los de que isso é heresia. Todavia, o que é difícil ou até mesmo
impossível aos homens, é facílimo para Deus. Não desistamos, pois. Oremos
por eles.
2.2. Jesus Também era Pecador?!
Outra doutrina diabólica pregada pelo ASD a acerca da
Pessoa de Jesus Cristo é que, segundo essa seita, Jesus também herdou a
natureza pecaminosa. Senão, vejamos o veneno que Ellen White e seus
discípulos estão espalhando por aí:
“...Cristo tomou sobre Si as fraquezas da humanidade
degenerada...” (O Desejado de Todas as Nações, Ellen G. White, CPB, 37ª
edição, página 82).
Em sua humanidade, Cristo participou de nossa natureza
pecaminosa, caída. De sua parte humana, Cristo herdou exatamente o que herda
todo o filho de Adão_uma natureza pecaminosa” (Estudos Bíblicos, CPB, edição
de 1979, páginas 140_141).
Agora, compare a aberração acima com a Bíblia e veja
quão diferente do “Jesus” adventista, é o Jesus da Bíblia!: “Porque nos
convinha tal sumo sacerdote, santo, inocente, imaculado, separado dos
pecadores, e feito mais sublime do que os céus” (Hb7.26). sim, o ASD prega
outro Jesus (2Co 11.4)
Se Jesus fosse o que os asd dizem, Seu sacrifício na
cruz não seria substitutivo e, portanto, não teria valor salvífico. Um
pecador, ainda que apenas por natureza e, portanto, sem culpas pessoais, não
poderia sofrer no lugar dos demais. A justiça Divina exigia que um justo
pagasse por nós, e não que um pecador sofresse no lugar dos demais. Se Jesus
fosse pecador por natureza, Ele seria condenado juntamente conosco, e não em
nosso lugar.
Jesus, além de não ter culpas pessoais, era também
isento do pecado original, isto é, Ele não tinha a natureza pecaminosa comum
a todos nós. Os adventistas, porém, ensinam diferente.
Certo medalhão adventista se “defendeu” dizendo que nem todos os adventistas
pensam assim. Concordamos, mas convenhamos que:
1) O ASD prega isso oficialmente;
2) Ellen White ensinava isso;
3) Todo asd típico reconhece Ellen White como profetisa de Deus, o que
implica em reconhecer o que ela falou de Jesus como expressão da verdade, e,
que portanto, Jesus deve ser o que ela disse;
4) Isso caracteriza o Adventismo como seita;
5) Quem não protesta isso é condizente, visto que quem cala consente.
Pr. Joel Santana
www.prjoelxcatolicismo.kit.net
Transcrito, com adaptação, do livro intitulado “Igreja” Adventista: Que
Seita é Essa?, da autoria deste articulista. Para adquirir este livro,
credite na c/c 39645-1, agência 0204, Banco Itaú, a importância de R$ 17,00
e remeta para o endereço abaixo uma fotocópia do comprovante do depósito
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Joel Santana.
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Nota: 1) A Orientação Profética do Movimento Adventista, pág. 108;
2) Existem Anjos Bons e Maus (folheto), CPB, Casa Publicadora Brasileira;
* O autor será um dos preletores do VII Encontro Para a Consciência Cristã
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