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“Viu o Senhor Deus que a maldade do homem se havia
multiplicado na terra, e que era continuamente mal todo
desígnio do seu coração; então se arrependeu
(entristeceu) o Senhor de ter feito o homem na terra, e
isso lhe pesou no coração... A terra estava corrompida à
vista de Deus, e cheia de violência. Então disse Deus a
Noé: Resolvi dar cabo de toda carne, porque a terra está
cheia de violência dos homens: eis que os farei perecer
juntamente com a terra”. Gênesis 6: 5,6,11,13; (A Bíblia
Anotada – versão revista e atualizada)
O dilúvio é um dos muitos assuntos da
Bíblia que tem levado muitas pessoas a desconfiarem ou
desacreditarem da autoridade da Palavra, pois muitos
cientistas afirmam que seria impossível ocorrer um
dilúvio de proporção universal como a Bíblia afirma que
ocorreu, e que naquela época Noé não dispunha da
tecnologia necessária para construir um barco tão bem
estruturado, como a Bíblia afirma que a arca era.
No entanto, hoje examinaremos fatos
científicos que podem nos ajudar na elucidação desse
fato, onde veremos se ele foi realmente universal e se a
arca existiu.
A tradição do dilúvio é comum a todos os
povos do mundo com exceção dos polinésios. Essa tradição
era comum, não só aos hebreus, mas aos babilônios,
assírios, persas, egípcios, gregos, italiano quanto às
cidades – estado da Ásia Menor – sem mencionar os povos
do Mediterrâneo, Golfo Pérsico, Mar Cáspio e até mesmo
Índia e China.
- Ásia
Histórias da de um dilúvio e da “Arca dos Escolhidos”.
- Nórdicos e Celtas
Histórias semelhantes as da Ásia.
- Astecas
Coxcox, Teocipactli ou Tezpi (Noé !?) se salvou junto
com sua família num barco, deixando o barco (arca) no
Monte Colhuacau (Ararat). Pinturas que descrevem o
grande dilúvio foram encontradas entre os astecas,
mistecas, zapotecas, tlascalanos e muitos outros.
- Maias
Hieróglifos crônicas gravados que foram destruídos pelos
espanhóis, porém seus escritos permaneceram vivos na
memória das pessoas e foi transcrito para o Latim, que
foi intitulada Popol Vuh e retrata um grande cataclisma
e um dilúvio que ocorreram.
- Colonizadores da América do Norte
Relataram que as tribos dos Grandes Lagos possuíam uma
lenda a qual falava de uma grande inundação e de um
salvador, ou “Noé”.
- Hopi
Contam a respeito de uma destruição onde só um homem,
uma mulher e um casal de cada espécie de animal se
salvou.
- Colômbia
Os índios Chibchas possuem uma lenda que só difere da
dos gregos nos nomes empregados aos deuses. Ambas as
lendas mencionam um deus que sustentava os céus (e as
vezes a Terra) e um grande dilúvio no qual as águas
teriam escorrido através de um buraco na superfície da
Terra.
- Incas
Também possuíam uma lenda que relatava o dilúvio.
- Índios Guaranis (Brasil)
A ‘Lenda de Tamandaré’retrata um dilúvio e a salvação de
uma família numa alta montanha.
- Astecas e Toltecas
Afirmavam que Quetzalcoatl (deus branco)
voltou para seu país no mar do leste, depois de haver
fundado a civilização tolteca. Esse mesmo deus era
adorado entre maias sob o nome de Kukulkán.
Existem hoje, oficialmente confirmadas 272
menções do dilúvio em todas as partes do mundo. Todas as
escritas de civilizações antigas como: persa, babilônio,
acadiano, sânscrito, egípcio, sumeriano, cuneiforme,
chinesa, hebraico, grego e latim relatam o ocorrido.
Todas as lendas e histórias concordam entre
si a respeito de um grande dilúvio e de uma família que
sobreviveu. Seria esses fatos coincidência, telepatia,
adivinhação ou armação? Ou seria mais lógico deduzir que
aconteceu algo de proporções mundiais, já que os relatos
se estendem por todo o globo terrestre?
A realidade é que de todas as tradições existentes a
Bíblia é o documento que descreve o fato com maior
riqueza de detalhes, onde todos os fatos citados podem
hoje ser provados pela ciência.
Alguns afirmam que o relato do dilúvio foi extraído do
Épico de Gilgamesh, porém o Épico foi escrito em 700
a.C. onde os manuscritos do Gênesis foram escritos em
aproximadamente 1400 a.C., isto é, 700 anos antes da
escrita cuneiforme (Gilgamesh).
Trecho do Épico de Gilgamesh
Revelar-te-ei, Gilgamesh,
Um triste mistério dos Deuses;
Como se reuniram um dia
Para decidir submergir a terra de Shurupak.
Eya dos olhos claros, sem nada dizer a Anu, seu pai,
Nem ao Senhor, o grande Enlil,
Nem àquele que esparge a felicidade, Nemuru,
Nem mesmo ao príncipe do mundo subterrâneo, Enua,
Chamou para perto de si seu filho Ubaretut
E disse-lhe: "Filho, constrói um barco com tuas mãos,
Toma contigo teus próximos,
E os quadrúpedes e as aves de tua escolha,
Pois os Deuses decidiram irrevogavelmente
Submergir a terra de Shurupak."
“Descoberta pode confirmar relato do Antigo
Testamento sobre dilúvio
Traços de antigo litoral no fundo do Mar
Negro sugerem ocorrência de grande inundação
LONDRES - Sérios indícios de que houve uma
grande inundação, que poderiam confirmar o que é contado
no Antigo Testamento sobre a Arca de Noé, foram
descobertos nas águas do Mar Negro por uma expedição
norte-americana. Pesquisadores submarinos chefiados por
Robert Ballard, o oceanógrafo que encontrou o Titanic e
outros navios afundados no século 20, descobriram um
antigo litoral a 135 metros de profundidade. "Não sei ao
certo se essa foi ou não a inundação de Noé, mas garanto
que houve uma inundação", disse David Mindell, um dos
pesquisadores”. (O Estado de S. Paulo - Terça-feira,28
de setembro de 1999)
Devemos observar que existem, não só na
região do Mar Morto, mas em todos os pontos do planeta
evidências físicas, geográficas, históricas e vestígios
arqueológicos bem como paleontológicos de uma grande
inundação mundial.
Iremos a princípio examinar os fatos
existentes no Monte Ararat, pois o mesmo constitui-se
como o pivô dos estudos sobre dilúvio.
O Monte Ararat localiza-se na Turquia
oriental, na divisa com a ex U.R.S.S., possui quase
5.200 metros de altitude e é formado por dois picos, um
mais alto e outro mais baixo, onde entre eles
encontra-se a “Garganta Ahora”.
Para que a água cobrisse esse monte teria
que cobrir quase toda a camada de terra do nosso
planeta. Como podemos provar que o monte foi coberto?
Encontram-se no topo do monte, minas de
cristais de sal!!! Incrível, porque cristais de sal só
se formam em baixo da água, e na única e restrita
possibilidade da água ser salgada porque água doce não
possui sal, portanto a geologia a firma que o monte foi
coberto por água do mar, e por um longo período. Em
segundo lugar é visto com muita facilidade no sopé da
elevação as formações de rocha em almofada. Rocha em
almofada é uma espécie de rocha que só se forma em baixo
d’água, porque é o resultado do contato direto da lava
do vulcão com a água fria, que faz a lava ou magma
solidificar rapidamente dando essa aparência única que
esse tipo de rocha possui (padrões de fratura
concêntrica). Isso só é possível em baixo d’água. Essa é
mais uma evidência geológica que prova que todo o monte
foi coberto por água, e conseqüentemente, pelo menos a
maior parte do globo terrestre.
O fato curioso é que nas maiores montanhas
ou cadeias montanhosas do globo terrestres também
encontramos evidências de uma grande inundação.
A ciência ‘moderna’ já admite ter havido
uma inundação, porém alguns cientistas só admitem que a
mesma teria sido local (Mar Morto). Devemos atentar que
só admitem ter ocorrido uma inundação naquele local
porque a maioria deles só realizou pesquisas naquela
área.
O Dr. Clifford Burdick, uma das maiores
autoridades em geologia, já afirmava que encontramos
evidências geológicas de uma grande inundação (dilúvio)
em todas as partes do globo terrestre, principalmente no
Monte Ararat onde residem minas de cristais de sal, lava
em almofada e conglomerados (rochas sedimentares que se
formam em baixo da água).
O Dr. Walter Brown, geólogo e cientista do
Pentágono, demonstrou através de experimentos
científicos que o Dilúvio foi um fato e não uma teoria,
comprovando-o perante a comunidade científica e provando
que o mesmo teve proporções universais. Afirma ainda que
a potência causada pela abertura das “fossas do grande
abismo equivaleria a cerca de 10 bilhões de bombas de
hidrogênio, formando os depósitos de carvão e óleo,
causando a rápida deriva dos continentes e gerando no
‘piso do oceano’ enormes ‘valas’, centenas de fósseis e
até seria a explicação geológica mais plausível para a
formação do Grand Cânion nos E.U.A.
Roger Oakland, escritor e professor de
ciências, explica o dilúvio através de restos fósseis de
hipopótamos, rinocerontes e zebras encontrados nas
cinzas de Nebraska. Peixes encontrados fossilizados na
Escócia e plantas e insetos (fósseis) na Alemanha.
Já sabemos e já é provado que o dilúvio
ocorreu, mas, como ele ocorreu?
“Tinha Noé seiscentos anos de idade, quando
as águas do dilúvio inundaram a terra. No ano seiscentos
da vida de Noé, aos dezessete dias do segundo mês, nesse
dia romperam-se todas as fontes do grande abismo, e as
comportas do céu se abriram, e houve copiosa chuva sobre
a terra durante quarenta dias e quarenta noites. E as
águas durante cento e cinqüenta dias predominaram sobre
a terra. Fecharam-se as fontes do abismo e também as
comportas dos céus, e a copiosa chuva dos céus se
deteve.”
(Gênesis 7: 6,11,12,24; 8: 2 A Bíblia
Anotada – versão revista e atualizada)
A Terra era, no princípio, coberta por uma
espessa camada de nuvens o que está de acordo com o
relato da criação em Gn 1:6-7 que diz: “E disse Deus:
Haja firmamento no meio das águas, e separação entre
águas e águas. Fez, pois, Deus o firmamento, e separação
entre as águas debaixo do firmamento e as águas sobre o
firmamento. E assim se fez”.
Sabemos que as nuvens são a água em forma
de vapor, assim sendo essa camada de nuvens que cobria o
planeta era tão espessa que não se via o sol, mas apenas
sua claridade, e nunca antes havia chovido mas a água
minava do solo (Gn 2:6).
Cientificamente é perfeitamente possível a
existência desse ‘envoltório’ pois dos nove planetas
existentes no nosso sistema solar três deles possuem
essa mesma camada de nuvens os envolvendo (Júpiter,
Saturno e Vênus). Devemos contudo entender que esse
fenômeno não impossibilitaria a existência de vida nem
tão pouco a sua qualidade.
Existem inúmeras provas científicas para
esse fato, onde entre elas citamos um martelo
manufaturado encontrado pelo Prof. Carl Baugh (professor
de paleontologia) que após examinado pelo Laboratório
Tell (Columbus – Ohio), o mesmo que examinou as pedras
da Lua, concluiu que era composto de 96.6% Fe, 0.74% S e
2.6% Cl, onde nas condições atmosféricas existentes hoje
é impossível unir Cloro com Ferro metálico, porém sob as
condições atmosféricas apresentadas no período
pré-diluviano, mostradas até aqui, seria perfeitamente
possível realizar esse feito, como a Bíblia relata que
Tubalcaim fazia (Gn 4:22).
Sob essas condições o planeta teria sua
temperatura distribuída uniformemente por toda a
superfície ,chegando em torno dos 35o . A pressão
atmosférica aumentaria cerca de 6x, ou seja, na
superfície terrestre nós teríamos uma pressão de
aproximadamente 6atm, o que também não impossibilitaria
a existência de vida, muito pelo contrário, a qualidade
de vida aumentaria, pois experiências realizadas em
vários hospitais no Brasil e nos E.U.A. demonstram que
pacientes submetidos a essas condições durante cirurgias
sofreram um trauma menor e obtiveram uma recuperação e
conseqüente cicatrização mais rápidas.
Sob essas condições a expectativa de vida
aumentaria consideravelmente tendo em vista que os seres
vivos não teriam contato direto com os raios solares, já
que estariam protegidos por uma camada de ozônio bem
mais resistente que a atual e uma camada de nuvens que
filtraria os raios solares evitando o foto
envelhecimento. Portanto essa espessa camada de nuvens é
a explicação das longas idades encontradas na Bíblia.
Por essa razão Deus já havia falado que os dias dos
homens seriam 120 anos, porque a camada de nuvens
(proteção) seria desfeita.
Argumentando a esse respeito muitos têm
afirmado que essas idades são um exagero da Bíblia,
contudo não sabem que vários documentos antigos
extrabíblicos também relatam idades avançadas como
documentos chineses que testificam a respeito de pessoas
que viveram cerca de 1000 anos, ou sumérios que atribuem
idades para reis entre 1065 anos.
Esses fatos descartam a possibilidade de um
calendário “diferente” do nosso hoje em dia, pois são
relatados por civilizações distintas. Eram como 1000
anos hoje em dia.
A camada de nuvens (envoltório), como já
foi falado, aumentaria em aproximadamente 6x a pressão
atmosférica. Sendo assim, teriam-se problemas na
descompressão, quando ela se desfez no dilúvio, porém o
fato é que choveu 40 dias e 40 noites, ou seja, o tempo
suficiente para ir se despressurizando o planeta à
medida em que as nuvens se dissipavam em água.
A Bíblia afirma que: “as fontes do grande
abismo se abriram e as comportas do céu”. Essa é uma
indicação do que ocorreu. A espessa camada de nuvens se
dissipou em chuva e a extraordinária quantidade de
lençóis freáticos (fontes do grande abismo) existentes
na época foram abertos e jorraram água.
A pressão causada pela força dos lençóis
freáticos, que jorravam, foi de uma proporção tal que
formou uma grande fissura ao redor do globo terrestre e
que hoje é conhecida como a camada Meso-Oceânica, uma
rachadura que existe no fundo do mar e que circula todo
o globo terrestre, deixando o nosso planeta semelhante a
uma bola de Basebol (Gn 7:11 e 8:2).
O solo em que pisamos está situado em cima
de espessas camadas de rocha, chamadas placas tectônicas
que por sua vez estão “boiando” em cima do magma
existente no núcleo da Terra. Quando houve o dilúvio
houve também terremotos que separaram os continentes,
que anteriormente formavam um único bloco continental,
por isso que ao criar nosso planeta Deus colocou-lhe o
nome de Terra, porque havia mais terra do que água na
sua superfície, ao contrário de hoje que existe mais
água do que terra, devido ao dilúvio.
Havendo o dilúvio, os continentes
(Américas, África e Europa) se separaram dando início a
um enorme deslocamento de solo (movimento orogênico) até
que encontraram ‘barreiras’, mas as várias camadas de
solo existente umas sobre as outras continuaram a se
locomover, impulsionadas pela água que se localizava
entre tais camadas, até encontrarem, também, barreiras e
iniciarem a formação das cadeias montanhosas e paralelas
a elas as grandes fossas oceânicas. É por isso que hoje
os geólogos mostram que as cadeias montanhosas são
paralelas às fossas oceânicas, e foi justamente para
essas fossas oceânicas que parte da água do dilúvio
escorreu, enquanto outra parte voltou a evaporar e
encontra-se em forma de nuvem e a parte final das águas
estão cobrindo boa parte do nosso planeta, em cima da
camada antiga de oceano. Por isso é que hoje há mais
água do que terra.
Essas fossas oceânicas possuem uma
profundidade de aproximadamente 12 Km, no entanto elas
não são profundas o suficiente para comportarem as águas
do dilúvio de forma que os mares fiquem no mesmo nível
que o do período pré-diluviano, é por isso que o nível
do mar, hoje, possui uma camada de ‘água nova’ em cima
de uma quantidade de ‘água velha’ já existente, que os
cientistas chamam de Plataforma Continental
(aproximadamente 200 metros de profundidade). Essa
Plataforma é citada por todos como uma camada de água
nova que foi ‘depositada’ em cima da água oceânica
existente anteriormente. É como se “alguém” tivesse
colocado essa água lá.
Os registros fósseis são outro fator de
fundamental importância na prova de um dilúvio
universal.
Os fósseis são encontrados em rocha calcária (espécie de
rocha que se formou da ‘lama’, que por sua vez envolveu
os seres vivos, que com o passar do tempo solidificou).
O curioso é que esses peixes são encontrados em posição
de natação, com as nadadeiras estendidas, e com os olhos
protuberantes, por causa da força exercida pela ‘lama’
que pressionava o corpo dos mesmos. Esse registro
explica que tais peixes foram cobertos pela lama
enquanto estavam vivos. A lama (água provinda dos
oceanos e empurradas pela pressão das fossas oceânicas
juntamente com sedimentos) que veio envolvendo o planeta
no dilúvio.
Boa parte dos registros fósseis encontrados
são achados de maneira mista, ou seja, peixes de água
doce junto com peixes de água salgada, plantas de água
doce com plantas de água salgada e terrestres, animais
de zonas climáticas diferentes juntos, bem como plantas
também. Esse é um vestígio de uma inundação universal,
que foi capaz de unir seres de zonas diferentes em um só
local.
Os relatos históricos, os fatos geológicos,
a camada meso-oceânica e a ciência de uma forma em geral
têm confirmado o relato bíblico de uma forma
surpreendente.
Sabemos que o dilúvio foi o julgamento de
Deus sobre toda a Terra, sendo assim a afirmação de que
este (dilúvio) teria sido parcial implica na aceitação
de um Deus injusto, pois teria julgado uma parte da
população e outra não, enquanto a Palavra afirma que:
“Viu o Senhor Deus que a maldade do homem se havia
multiplicado na terra, e que era continuamente mal todo
desígnio do seu coração”(todo homem era mal – Gn6:5) , “
eis que os farei perecer juntamente com a terra.”(todo
homem e o planeta – Gn 6:13b), “Dois pesos e duas
medidas são abomináveis ao Senhor.” (Pv 20:10) e “Dois
pesos são cousa abominável ao Senhor, e balança enganosa
não é boa.” (Pv 20:23).
Tal defesa (dilúvio parcial) implica ainda
na contradição de um princípio bíblico que agride
diretamente a personalidade de Deus:
“Estabeleço a Minha aliança convosco: não
será mais destruída toda carne por águas de dilúvio, nem
mais haverá dilúvio para destruir a terra.” Gn 9: 11
“Deus não é homem, para que minta; nem
filho do homem, para que se arrependa. Por ventura,
tendo Ele prometido, não o fará? Ou tendo falado, não o
cumprirá?” Nm 23:19
O fato é que se o dilúvio tivesse sido
parcial, Deus teria mentido porque afirmou não mais
haver dilúvio, ou seja, inundação e hoje vemos
inundações constantemente, já que são um ‘fenômeno
normal’ na natureza.
Sabemos que a palavra dilúvio em hebraico (Mabool)
denota uma inundação catastrófica, bem como a expressão
no Novo Testamento – dilúvio (Kataklysmós), denota uma
ação cataclísmica, ou seja, transformação geológica
devastadora e de proporções universais, uma catástrofe.
Esse foi o sentido real que Jesus Cristo quis transmitir
em Mateus 24:36 – 39, onde a sua vinda irá trazer
conseqüências não só para uma parte da população mas
para todos.
Com o dilúvio, Deus não atingiu só o homem,
mas também a forma da Terra, como podemos ver em Gênesis
6: 13:
“Então disse Deus a Noé: Resolvi dar cabo
de toda carne, porque a terra está cheia de violência
dos homens: eis que os farei perecer JUNTAMENTE COM A
TERRA..”
A Terra teve a primeira vez sua forma
alterada pelo pecado de Adão(Gn 3:17-18). No dilúvio
vemos a Terra ter a sua estrutura, também modificada
pelo pecado do homem (Gn 6:13). Antes, durante e após o
dilúvio encontramos vestígios da decadência do homem e
do planeta, o homem está perecendo e seu mundo também, o
que confirma a 2ª Lei da Termodinâmica. Já não possuímos
a forma original, portanto se da 1ª vez Deus destruiu o
mundo com as águas do dilúvio e foi necessário uma arca,
sabemos que na próxima será com fogo. Devemos ter a
consciência de que apenas Jesus Cristo é essa arca que
poderá nos livrar da destruição.
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A Arca de Noé
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