Quem fundou o Romanismo?
Augusto Bello de Souza Filho


      Mas o Espírito expressamente diz que em tempos posteriores alguns apostatarão da fé, dando ouvidos a espíritos enganadores, e a doutrinas de demônios, pela hipocrisia de homens que falam mentiras e têm a sua própria consciência cauterizada (1 Tm 4.1-2 )
Quem fundou, quando e por quê?
      A Igreja Católica menciona o ano 33 d.C. como a data da sua fundação. Isto vem do fato de que toda ramificação do cristianismo costuma ligar a sua origem à Igreja fundada por Jesus Cristo. Porém, quanto ao desenvolvimento da organização eclesiástica e doutrinária da Igreja Romana é muito difícil fixar com exatidão a data de sua fundação, porque o seu afastamento das doutrinas bíblicas deu-se paulatinamente. A Igreja Católica Romana considera o apóstolo Pedro como a pedra fundamental sobre a qual Cristo edificou a sua Igreja. Para fundamentar esse ensino, apela principalmente, para a passagem de Mateus 16:16-19. Numa simples comparação entre a teologia vaticana e a Bíblia, a respeito do apóstolo Pedro e sua atuação no elo da igreja nascente, descobre-se quão absurda é a interpretação romanista à respeito da pessoa e ministério desse apóstolo do Senhor. Mesmo numa despretensiosa análise do assunto, conclui-se que: Pedro jamais assumiu no seio do cristianismo nascente a posição e as funções que a teologia católica romana procura atribuir-lhe. Edificados sobre o fundamento dos apóstolos e dos profetas, de que Jesus Cristo é a principal pedra de esquina (Efésios 2:20). Diz o próprio apóstolo Pedro: "Este Jesus é a pedra rejeitada por vós, os construtores, a qual se tornou a pedra angular" (Atos 4.11; Marcos 12:10 e 11; Romanos 9:33; I Coríntios 10:4 e I Pedro 2:4).
      Purgatório - A idéia do purgatório por incrível que parece tem suas raízes no Budismo e em outros sistemas religiosos da antigüidade. Até a época do papa Gregório I, porém, o Purgatório não tinha sido oficialmente reconhecido como parte integrante da doutrina romanista. Esse papa adicionou o conceito de fogo purificador à crença, então corrente, de que havia um lugar entre o Céu e o inferno, para onde eram enviadas as almas daqueles que não eram tão maus, a ponto de merecerem o inferno, mas também, não eram tão bons, a ponto de merecerem o Céu. Assim, surgiu a crença de que o fogo do Purgatório tem poder de purificar a alma de todas as suas escórias, até fazê-la apta a se encontrar com Deus.
A crença de orar pelos mortos - É de se supor que a prática romanista de interceder pelos mortos tenha-se gerado da falsa interpretação às seguintes palavras de Paulo: "Antes de tudo, pois, exorto que se use à prática de súplicas, orações, intercessões, ações de graça, em favor de todos os homens" (I Timóteo 2:1).
      A crença de que a Missa é capaz de resgatar pecadores do Purgatório - As missas são tidas como os principais recursos empregados em benefício das almas que estão no Purgatório, pois, segundo o ensino romanista, a missa beneficia não só a alma que sofre no purgatório, como também acumula méritos àqueles que as mandam dizer.O princípio do evangelho cristão é de prestar Culto racional a Deus que é digno de todo louvor, toda honra e toda a glória. Boa parte das missas são contratadas financeiramente para resgatar pecadores do purgatório ou prestar culto aos mortos, são as chamadas missas de Sétimo Dia.
      A crença nas imagens de escultura - Um dos maiores problemas da doutrina Católica reside no fato de admitir a introdução nos templos, capelas e oratórios residenciais, de imagens conforme aprovação em Concílio. Muito distante dos ensinos bíblicos. Desde o início, no Antigo Testamento Deus tem abominado a prática da idolatria ou adoração de imagens.  É inconcebível e irresponsável o fato de encobrir-se este pecado.Muitas são as crenças romanistas que abominam ao Deus da Bíblia e invalidao a palavra de Deus pela sua tradição. MARCOS 7:13 invalidando assim a palavra de Deus pela vossa tradição que vós transmitistes; também muitas outras coisas semelhantes fazeis.! –

* Bacharel em Teologia
Fonte: http://www.edificador.hpg.ig.com.br/catolicismo.htm

 



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